quinta-feira, 24 de abril de 2014

Palermas que nem sabem o que protestam, quem protesta contra eles?

Estava a ouvir a TSF enquanto preenchia relatórios. Prefiro a Antena 2, mas por vezes ligo a TSF.

Uns palermas, no mínimo dizer, que queriam protestar não se sabe o quê, com vacuidades como «Números não, palavras sim», e que queriam «trazer a palavra à rádio» invadiram as instalações da TSF. A TSF aproveitou, claro, aproveitou o ensejo para fazer diretos com as tais criaturas a debitar poemas que obviamente não entendem, em contextos que não lhes dão valor.

Fiquei com a impressão de que não é preciso um sistema nervoso central para se sobreviver, como provam os pepinos do mar e as anémonas. Nem para protestar, especialmente quando não se consegue verbalizar o que se protesta.

Agradece a Rádio Renascença, a qual estou a ouvir este momento (a Antena 2 não tinha música naquele momento do meu agrado). Agradeço publicamente a pluralidade de estações. E se invadirem também a RR com poesia nula, gritos mil e vacuidades possíveis, tenho CD e MP3 para me isolar de tais idiotas, cujos não conseguem tornar conclusiva a existência de alfabetismo funcional em Portugal.

Bendito progresso!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Acha-me burro?

Soares... afinal pela boca morre o peixe.

Mário Soares, que dispensa apresentações, afirmou que: Franco não deixou os marines atacarem os comunistas portugueses. Diz ele que Franco negou aos marines norte-americanos a passagem pelo território espanhol.

Alguém tem de avisar o Mário Soares que os Marines norte-americanos, tal como os nossos fuzileiros, são uma força anfíbia. Uma força anfíbia pratica desembarques a partir do mar. Que eu saiba, não somos nem fomos em 1975 enclaves de Espanha.

Se os Marines quisessem atacar em qualquer ponto do território português, desembarcavam na nossa costa.

Com veículos como este:

Veículo de desembarque moderno.

Em 1975 já havia lanchas de desembarque. E paraquedistas, outra maneira de não precisar de Franco para nada.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Uma canção que diz muito sobre os tempos de hoje.

Fica no ouvido. Gosto particularmente do refrão:

Life aint like a bowl of cherries,
There's too little laughter and too much sorrow.
It's more like a jar of jalapenos,
Cause what you do and say today, It don't go away and stay
It'll just come back and burn your ass tomorrow.

Ou, em português,

A vida não é como uma taça de cerejas,
Há muito pouco riso e muita tristeza.
É mais como um jarro de malaguetas,
Porque o que fazes e dizes hoje não se vai embora, fica,
Voltará e queimará o teu rabo amanhã.

Ri-me como há muito não ria.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Como é que se impede que a Rússia invada a Ucrânia?

Como é que se impede a Rússia de invador a Ucrânia por menos de cinco dólares.
Na placa está escrito: sob a gestão do Afeganistão.

Muito bem metida.