terça-feira, 21 de julho de 2015

Canción que critica el sistema de salud cubano se vuelve viral







De flash drive em flash drive, isto corre pela ilha de Cuba.  É uma canção sobre o excelente sistema de saúde cubano, escrita e cantada por um cubano.



Se der azia aos nossos escarralhados, sugiro que vão a Cuba curar-se.  Livramo-nos deles de vez.



E a canção é curtida.  ¡Es pegadiza!










quinta-feira, 9 de julho de 2015

Morra aos 70. Não fica cá a fazer nada. Dizem os democrápulas.



Um sistema público e universal de pensões e de saúde mais cedo ou mais tarde terá de dar nisto: na limitação de vida das pessoas.  O que os democrápulas americanos chamam «aconselhamento de fim de vida» é mesmo isso: aconselhar as pessoas que já estão a tornar-se um peso no sistema (e que tendem a ter juízo e a votar conservador) a abdicar da sua vida e a deixarem-se matar.

Que ideia exagerada, painéis de morte!

Não há nenhum sistema público de saúde ou de pensões que não venha a ser arrebentado por dentro pelo hábito persistente de as pessoas se deixarem viver mais anos na vã esperança de que os seus netos se resolvam a sair da casa dos pais e a constituir família antes do aparecimento das primeiras rugas neles.

Como as mulheres portuguesas não querem ter filhos (e não me venham com essa do não podem ou do teriam se...), o sistema de segurança social teria cinco anos a funcionar.  Teria se a guerra não viesse entretanto, como estou convencido de que virá.

No fundo isto funciona assim: damos a todos um sistema de saúde público mas!, e lá vem o mas, com a limitação de recursos apenas os que se acharem em boas condições para viver terão os necessários cuidados médicos para defender a sua vida.  Fora os velhos, os deficientes, os doentes crónicos!  Custam mais do que metem no sistema, fora com eles.  A menos, é claro!, que sejam, sei lá, primos de um político importante ou mesmo o político importante.  A esses há que dar merecidos reconhecimentos.

E os opositores políticos e os que não admirarem a belíssima gestão dos democratas americanos que tantos casos exemplares tem, como Detroit, Baltimore, Chicago, a Califórnia e Ferguson.

Mas em Portugal já há muito que temos um serviço público de saúde!

Não é estranho que os políticos socialistas, que tanto defendem o serviço público e o ÉsseÉneÉsse, vão todos ou tratar-se ou morrer aos hospitais privados?

Partido Socialista, pior que frei Frei Tomás: vê bem o que ele diz, e verás o que não faz.

Não lhe parece estranho que todos os funcionários públicos vão, ao abrigo da ADSE, tratar-se no privado?  Não deveriam, sei lá, tratar-se no público?  Não faria mais sentido?

Quando em casa de ferreiro há espeto de pau...

Uma família genuína

Os americanos têm andado com as bandeiras do arco-íris para cá para lá.  Nessas revoluções coloridas se vai a família e o Ocidente.
Já há uma petição para tornar esta a bandeira dos Estados Unidos


Os russos têm uma nova bandeira, a da família genuína (настоящая семья):


Russia Unveils ‘straight’ Flag
Bandeira da família genuína


Em versão francesa: a manifestação para todos

Pergunto: qual destas bandeiras assegurará a prosperidade da sociedade e a felicidade do indivíduo?

Em nota, a bandeira russa diz-me mais que a francesa: tenho três filhos (16, 14 e 10).

domingo, 5 de julho de 2015

Do referendo grego, para fado em viola e guitarra em heptassílabos.

Disseste não à Europa.
Por tua voz vais sair.
Por teu pé sais, fica fora
E nunca tornes a vir.
Não tens aqui quem te queira
Depois desse rol de asneira.

Aquilo que já comeste
Da nossa boca tirámos.
Da dívida que fizeste,
Já muito te perdoámos
Não te armes, arrogante,
Que puta velha é pedante.

Tragédia grega tu vives,
Mas dás-nos uma lição:
Crianças que mal governam
Deitam um povo todo ao chão.
Que de tal sorte outra igual
Nunca ocorra em Portugal.

Grécia, orgulhosa Grécia,
Disseste hoje que não;
Mordeste quem te ajudava,
Chamaste-o de aldrabão.
Vira-te agora pr’a leste,
E vais ver que te fodeste!

Minha autoria, mesmo há pouco, na caixa de comentários do Insurgente.  Citações permitidas, desde que seja corretamente atribuído.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Um desperdício de um bom lençol

KKK Hoods (Associated Press)
Ku-Klux-Klan

É possível substituir um idiota por um idiota pior

Detestam negros, católicos e mórmones.  Odeiam estrangeiros.  São o desperdício de um bom lençol.  E andam a ressurgir nos Estados Unidos, como contraparte aos também idiotas New Black Panthers.

«Os mórmones têm cornos»

Há uma história, que é verdadeira, que se passou com um mórmone como eu, um tal de J. Golden Kimball, chamado por estes meios the cursing apostle.  Ele não era realmente apóstolo, mas conservava, segundo as suas próprias palavras, um pequeno subconjunto do léxico que tinha aprendido na sua adolescência, enquanto aprendia a conduzir mulas.  Era um homem de inteligência rara e de um humor refinado que bem rivalizava com Mark Twain.

O KKK ameaçou, no virar do sec XIX para o XX (creio que foi em 1891), os missionários mórmones da cidade de St. Louis que, se não saíssem até ao pôr do sol de determinado dia, os linchariam.  O KKK já tinha morto e torturado missionários durante as décadas de 70 e de 80.  J Golden Kimball, o presidente da missão nessa área, convocou os missionários para um vale num bosque perto de St. Louis, para orar, invocar a proteção divina e saber o que deveriam fazer.

A reunião prolongou-se para lá do pôr do sol.  Os encapuçados do KKK desceram a encosta para capturar os missionários.  J Golden Kimball, percebendo que não poderia fugir, pediu a todos os missionários que dessem às de vila diogo, enquanto ele enfrentaria os KKK e lhes faria ganhar tempo.  Imaginando que não seria bem tratado pediu que, se pudessem, remetessem o seu corpo para Utah, onde a sua família residia.

Os missionários subiram a encosta oposta e ficaram fora de vista.  J Golden Kimbal achou-se só, rodeado pelas bestas do Klan, alguns dos quais já estavam a juntar galhos para derreter o piche.

Num laivo de génio, J Golden Kimbal avisou-os:

--- Se eu fosse a vocês, punha-me a andar depressa.

Foi recebido com risos trocistas.  Sem se descair, continuou.

--- Os mórmones, numa noite destas de lua cheia, transformam-se em animais.  Crescem-lhes cornos e, quando os missionários voltarem, vão esventrar-vos um a um.

Alguns reagiram a medo.  Entretanto, olhando para a linha do horizonte, J Golden Kimball viu uma linha de homens: os missionários que voltavam, preferindo dar luta a deixar o seu presidente de missão naquele percalço.  No escuro, os cajados que traziam pareciam extensões da sua cabeça  J Golden Kimball apontou para eles e avisou os do KKK:

--- Vêem?  Já estão a voltar!  Salvem-se, fujam!

Fugiram.

E assim nasceu a lenda, ainda hoje contada no Sul dos Estados Unidos, de que os mórmones têm cornos.


Vale tudo para ajudar, digo, combater o terrorismo

O Ocidente já não sabe o que fazer para provocar uma guerra com a Rússia, para encobrir o empurrar para a frente com a barriga que está a fazer ao ligar as impressoras de dinheiro.

Se queres paz, prepara a guerra.  Se queres guerra, finge-te invencível.


A Rússia não anda recomendável por estes dias, mas a culpa é nossa, do Ocidente.  A Rússia e a China estão a preparar-se para uma guerra que sabem inevitável.  Entretanto por cá andamos a patrocinar uns gajos do Estado Islâmico para justificar uma guerra ao terrorismo.

Nem Portugal Escapou.  A nossa ministra da Cagança de Justiça, a dótôra Paula Teixeira da Cruz, já andou com o da Administração da Caserna a fazer leis contra o terrorismo.  Dizem eles que são contra o terrorismo, mas, caro leitor, um dia até um de nós será considerado terrorista.  Como o terrorismo é um rótulo indefinível e propositadamente deixado em aberto, tempo virá em que, meus caros, todos seremos terroristas por criticarmos o governo, ou a União Europeia, ou o Santo Obama, ou o belicismo da NATO, ou o casamento homossexual ou a Sagrada Constituição da República Platanense Lusitana.

Disse um francês, creio que Bastiat, que para sabermos quem manda em nós é só preciso enumerar quem nos é proibido criticar.

Bomba suja lava mais branco.

Vem isto a propósito de um congressista americano andar a dizer que andam todos por lá com medo de uma bomba suja (bomba de urânio empobrecido que torna uma zona de cerca de 5 km de raio inabitável por uns meses), bomba essa que seria a maneira de os terroristas se juntarem às festas do 4 de Julho, o dia da independência dos Estados Unidos --- e a festa da Cidade de Coimbra.


Então o que é que faz o FBI?  Abre 56 postos de controlo por todos os Estados Unidos, desloca milhares de homens e anda numa caça cega a sabe-se lá o quê.  A minha perspetiva é que nem há bomba suja nem o exercício é mais do que uma grande invectiva ou investida lançada contra os conservadores cristãos que fizeram os Estados Unidos grande, mas que de repente são malquistos na sua própria terra.

Vai-se passar o 4 de Julho, vai haver um pequeno atentado algures, provavelmente em Chicago, para eu ganhar uma aposta.  Vai-se culpar a malta de sempre ou arranja-se outra para culpar.  E no fim o FBI vai dizer que afinal conseguiu à undécima hora apanhar os meliantes, como na série de televisão chamada 24, com fanfarra triunfal que nos sabe a uma ovação com pífaros.

No interim, gasta-se dinheiro como se não houvesse amanhã.  E provavelmente não haverá amanhã.  Não um amanhã como hoje.

O Ocidente farta-se de provocar a Rússia.  Não se queixe quando a Rússia e a China, de surpresa, ditarem o fim do Ocidente.  Não faltam avisos.  Falta juízo, e muito, da parte de cá.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Eis o porquê de eu não acreditar em inteligência artificial... nem em metade da natural

Link permanente da imagem incorporada
Identificado pelo novo programa do Google, Google Photos

Só um comentário:  apenas Deus teve até agora a ciência de dar o dom da razão à sua criação.  Os homens estão muito longe de criar alguma coisa inteligente, e, pelo que vemos no Partido Socialista, a inteligência não é ubíqua na espécie humana.

É bom que o António Costa ou a Mariana Mortágua não façam a experiência.  Os asnos e as abetardas não têm direitos humanos mas, caramba!, não é bom diminuí-los.

Se sai o cérebro, ficam as bestas

A Grécia por estes dias

Há notícias de que a Grécia está a sofrer uma fuga de cérebros devido à crise económica.

Sabemos que Tsipras e Varoufakis não têm onde cair mortos, senão na Grécia.  São meninos que não sabem quanto custa ganhar a vida, que saltaram das universidades para as televisões e dali para a política.  Ou para a pulhítica, consoante queiramos ver as suas ações.

Samaras, da Nova Democracia, deixou a Grécia no caminho do crescimento e com o desemprego a descer.  O Syriza levou menos de um mês a destruir o que tinha sido construído e quatro mais a fazer de pedinte perante a Europa.  De pedinte petulante.  Ninguém gosta, e não é preciso lembrar, de cães que mordem a mão do dono.

Os gregos escolheram o seu destino.  E, como em tudo na vida, as escolhas são livres, mas as consequências das escolhas, boas e más, são decorrentes destas e terão de ser experimentadas.


As sondagens mostram que o "não" irá ganhar no referendo.  Ou talvez não, já que o «sim» está a recuperar.  Espero que ganhe.  Espero que os gregos mostrem aos portugueses a linha que a vitória do Syriza não é o tal sinal de mudança, nem a linha que se deve seguir do António Costa.  A linha do Syriza dos gregos e do PS dos portugueses leva ao mesmo ponto.  Primeiro à miséria, depois à grilheta.

Lembro-me bem das ameaças sobre jornalistas e bloggers por parte de José Sócrates.  (http://expresso.sapo.pt/actualidade/blogger-diz-que-jose-socrates-revelou-falta-de-coragem=f138214)  O PS apenas sabe governar com o dinheiro dos outros, isto é, de nós.  E quando as coisas começam a resvalar e os podres começam a descobrir-se, há que calar os jornalistas.

Eleger o Costa seria em poucos meses deitar Portugal abaixo.  E em menos do que na Grécia porque a Europa, uma vez percebendo que fica mais forte ao excisar o tumor grego, mais depressa acabará por retirar o português se de benigno se tornar em maligno.  E nós, sem o Euro, seríamos, enfim, cilindrados.

Nos cérebros que saem da Grécia não se encontrarão os votantes nem os governantes do Syriza.  Estes ficarão.  Infernizarão infelizmente a vida a muitos gregos que não conseguem sair do país e não votaram no Syriza.